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Já se tornou num modus operandi, por parte do Governo moçambicano, estender as mãos na expectativa de receber milagres para resolver os inúmeros problemas que apoquentam o quotidiano da população moçambicana. Essa atitude do Governo da Frelimo é um crime de bradar aos céus.

Todos os anos, o nosso país tem enfrentado situações adversas que urgem medidas por parte do Governo, com vista a aliviar a situação sofrida em que os moçambicanos se encontra. Uma dessas situações é a desgraça deixada pela passagem do ciclone IDAI na região Centro de Moçambique, concretamente as províncias de Sofala, Manica, Zambézia e Tete, onde pelo menos 900 mil pessoas foram afectadas, das quais pouco mais de 100 mil encontram-se abrigados em centros de acomodação.

 

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O ciclone IDAI que fustigou a região Centro do país é tido, até então, como uma das piores e mais violentas calamidades que se abateu sobre Moçambique em particular, e o hemisfério sul no geral. A terrível situação que arrasou especificamente a cidade da Beira, provocando centenas de mortos e deixando milhares de moçambicanos na mais desgrenhada miséria causou comoção, diga-se de passagem, ao mundo inteiro.

A realidade mostra que os sobreviventes do ciclone IDAI vão precisar de ajuda pelo menos um ano para se recuperarem, facto que requer bastante apoio humanitário. Como resposta à tragédia dos moçambicanos, não falta(r)am iniciativas de apoio. Diversas organizações e organismo, tanto internacional como nacional, anuncia(ra)m as suas singelas doações. São milhões e milhões de dólares norte-americanos em dinheiro, bens e produtos para minimizar a dores dos afectados.

Consequentemente, o desatre do Centro de Moçambique também fez emergir os abutres de ocasião. Com os telemóveis nas mãos, os abutres de ocasião registavam a sua “acção supostamente degraça”. Numa atitude hipócrita e sem nenhuma réstia de sentimento, estes oportunistas espalham fotografias e vídeos, segurando um saco de qualquer alimento ou vestuário.

 

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Nunca se está preparado para um Ciclone de categoria 4. A medida que as telecomunicações são restabelecidas é possível ver o terror enfrentado por meio milhão de pessoas na noite e madrugada de quinta e sexta-feira passadas, difícil de descrever em palavras é o assobiar do vento forte que arrancou todos os tectos, partiu vidros, deitou abaixo árvores, postes de energia, telecomunicações... arrasou com a cidade da Beira.

Que o nosso país é um dos mais vulneráveis do globo aos eventos extremos da natureza não é novidade, milhões de dólares têm sido gastos em estudos e consultorias para provar o que o povo sente todos os dias: o clima mudou. Planos para prevenção e mitigação, redução, de acção, quinquenal não faltam. O que não tem havido é dinheiro para tornar realidade o slogan do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC): “Mais vale prevenir que remediar”!

 

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A cada dia que passa fica claro a agenda do Governo da Frelimo: esvaziar os cofres do Estado ou forçar os moçambicanos a apertarem o cinto mais do que já está. O aumento do preço de energia eléctrica é mais uma prova inequívoca desse plano terrorista que o Governo da Frelimo tem estado a implementar desde a Independência Nacional.